Está chegando o dia!
Nossa exposição anual será na próxima segunda-feira, dia 12 de novembro de 2012, com abertura às 19hs no salão de eventos da Escola La Salle Águas Claras. Visitação de 13 a 17/11, de 9h às 18h.
Aguardamos a visita de todos!
Mensagem
"O que estamos chamando de educação? É uma ação que nasce de um coração amoroso com a intenção de iluminar a sabedoria, o poder e a liberdade que a criança já traz? Ou é uma educação que nasce do medo e do ódio com a intenção de exercer poder sobre a criança e reprimir suas potencialidades e expressão para fazer o que acreditamos que seja o certo? Isso é um egoísmo. Nós estamos vendo as nossas crianças. Por que trazemos nossas crianças para o mundo? Quem em você está trazendo uma criança? Quem em você quer ser mãe ou pai? Por que e para que? Enquanto esse ato de trazer um filho for inconsciente, principalmente um impulso gerado pela programação cultural, social, então está fadado a emitir a miséria. Porque você vai projetar nos filhos todas as frustrações. Você não tem o que dar. Então, ressignificar o sistema de educação significa também ressignificar o núcleo da sociedade, que é a família. Para isso, temos que ressignificar o casamento. Casar por que e para que? Para atender a expectativa cultural, social, na síndrome de Walt Disney? Para acreditar que você vai encontrar a felicidade duradoura no relacionamento? Ou para realmente se unir ao outro por amor? Quando formos capazes de gerar um filho por amor nós seremos capazes de oferecer uma educação amorosa e altruísta. Do que adianta trabalharmos para desenvolver uma energia renovável, dar solução para o lixo, solucionar a economia, humanizar as corporações? Todas essas mudanças dizem respeito ao adulto que está no ponto de saturação por conta da educação que recebeu. É um trabalho necessário, fundamental. Mas temos que mexer também na base. Aí eu sinto que nós estaremos realmente dando sustentação para trazer uma era de ouro para este mundo".
(Sri Prem Baba)
Satsang completo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=dGsshY0SiLQ
Aquarela do Brasil
Fascinada pelo desenho de frutas, a menina Vitória quis pintá-las de um jeito diferente.
Mostrei a ela um desenho que fiz na casa do meu amigo, o artista plástico Zéllo Visconti, fã de Carmen Miranda, e que me ensinou muito sobre colagem, no workshop "Sicolacolou", na Caixa Cultural em Brasília.
Eis que surgiu outra Carmen Miranda, agora feita pelas caprichosas mãos de Vitória, com muitas técnicas juntas: estêncil, colagem, giz pastel, aquarela... E muitos balangandãs, claro.
Uma noite terrível
Eu quis fazer uma cena horripilante. No começo não, porque eu me desenhei com o meu cachorro, depois achei legal virar zumbi-fantasma, quando a tinta escorreu do pincel.
Do lado esquerdo tem um aquário, com um peixe-bigode e do lado direito tem uma gaiola, com meus dois hamsters.
No meu desenho, perto do peixe-bigode, também tem uma catacumba. E lá está enterrado o Van Gogh. Acho que ele também poderia sair da catacumba e virar zumbi. Mas eu quis deixar ele quieto por enquanto.
(Breno Queiroz, 8 anos)
Homem-bolha
"Eu fui desenhando, desenhando e meu papel ficou assim. Acho que ele é um homem-bolha".
Laura Matos, 5 anos.
Sorriso franco
"Oi. Meu nome é Marco Antônio e este é meu auto-retrato. Foi no dia em que arranquei um dente".
(Marco Antônio Araújo, 6 anos)
Profissão do futuro
"Quando eu crescer, quero ser veterinária. Mas não é qualquer veterinária, eu quero ser girafologista. É que eu quero ajudar as girafas, se elas quebrarem o pescoço. Já imaginou que triste uma girafa de pescoço quebrado?"
(Pilar Sattler, 6 anos)
África
"É um homem de uma tribo africana, feito com foto de olhos e dentes, botões e folhas secas. Mas as mãos são minhas, mesmo".
(Rafael Moni, 9 anos).
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